A árvore da Pastoral da Criança tendo como raízes fé, vida e mística – saúde, nutrição, educação e cidadania formando o tronco - com educação de mães, líderes jovens e adultos, com geração de renda, com uso dos meios da comunicação social e articulação junto aos conselhos de politicas públicas e com criação de brinquedotecas, formando os galhos.
terça-feira, 31 de julho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
| O Que Fazemos | | | |
A partilha que salva Vidas |
O Que Fazemos
A partilha que salva Vidas
Os voluntários da Pastoral da Criança desenvolvem ações de saúde, nutrição,educação, cidadania e espiritualidade de forma ecumênica nas comunidades pobres. As atividades visam promover o desenvolvimento integral das crianças, desde a concepção aos seis anos de idade, e a melhoria da qualidade de vida das famílias.
Líderes comunitários
Os líderes da Pastoral da Criança atuam na sua própria comunidade. Por viver no mesmo local, o líder conhece bem a família e as condições em que ela vive e, junto com ela, busca maneiras de melhorar a realidade.
O líder também orienta as famílias sobre os seus direitos e deveres e contribui para prevenir a violência doméstica, levando a mensagem da paz, do amor e da solidariedade. As famílias acompanhadas se sentem amparadas e fortalecidas para buscar soluções para os problemas.
Os líderes comunitários, com apoio dos demais voluntários, desenvolvem suas atividades orientados pelo Guia do Líder da Pastoral da Criança.
Entre as principais atividades desenvolvidas estão:
1 - Acompanhamento das gestantes
- Direitos e Deveres.
- Cuidados importantes na gravidez: preparo para o aleitamento materno, pré-natal, alimentação, higiene, vacinação, etc.
- Apoio psicológico, melhoria da autoestima.
- Acompanhamento de cada trimestre da gravidez:
- desenvolvimento do bebê no útero;
- queixas mais comuns, sinais de risco;
- preparo para o parto e pós-parto.
2 - Acompanhamento das crianças menores de seis anos
- Direitos.
- Desenvolvimento e aprendizagem da criança.
- Aleitamento Materno.
- Avaliação Nutricional.
- Higiene e Saúde Bucal.
- Imunização.
- Orientações para a prevenção e tratamento da diarréia e de Infecções respiratórias.
- Sinais de Risco para a Saúde.
3 - Promoção da Dignidade da Pessoa, Cidadania, Espiritualidade e Educação para a Paz.
Com seu trabalho (ou suas atividades) os líderes voluntários da Pastoral da Criança colaboram para a valorização da vida, a conscientização sobre direitos e deveres, cidadania e a promoção da pessoa e da comunidade.Ação no contexto familiar e comunitário
A Pastoral da Criança tem como foco do seu trabalho as crianças, mas os cuidados com as famílias e comunidades não podem faltar. É como diz a Dra Zilda Arns Neumann:“se as famílias vão bem, a criança vai bem”.Ações Complementares
A entidade desenvolve algumas ações complementares que ajudam a reduzir a mortalidade infantil e promovem melhorias no contexto familiar e comunitário em que a criança está inserida. São elas:
| Campanha de vacinação contra poliomielite começa neste sábado, dia 16 | | | |
| Qui, 14 de Junho de 2012 13:32 |
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou ontem (dia 13 de junho) a realização de mais uma campanha nacional de vacinação contra a poliomielite. A campanha inicia neste sábado (16), se estendendo até o dia 6 de julho, e será realizada em parceria com estados e municípios. Todas as crianças menores de 4 anos, 11 meses e 29 dias devem tomar as duas gotinhas, mesmo que já tenham sido vacinadas.
Durante a apresentação da campanha, o ministro Alexandre Padilha, reforçou a importância do Dia D . "Além de todos os impactos positivos e um grande poder de mobilização, a campanha da pólio contribui para a atualização do calendário de vacinação", assegurou Padilha, destacando que os pais têm um papel decisivo neste processo. O ministro lembrou que o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, é um dos maiores programas gratuitos do mundo. Segundo ele, o PNI vem contribuindo para diminuir a mortalidade na infância no Brasil.
Em todo o país, 115 mil postos estarão funcionarão, das 9 às 17 horas. Além das unidades permanentes, shopping centers, rodoviárias, escolas, entre outros locais, vão receber postos móveis. Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na campanha, com a utilização de 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou que a campanha deste primeiro semestre é com a vacina oral, as chamadas gotinhas. Ele destacou que, em agosto, será realizada, em todo o país, a campanha de multivacinação com a introdução da pentavalente e reforço das outras vacinas no calendário básico.
A partir de agosto deste ano, as crianças que estão começando o esquema vacinal, ou seja, nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil, irão tomar a primeira dose aos dois meses e a segunda aos quatro meses, com a vacina poliomielite inativada, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses), a quarta dose (aos 15 meses) e os reforços continuam com a vacina oral, ou seja, as duas gotinhas.
A vacina contra a pólio é segura. Ela se destina a todas as crianças menores de cinco anos, mesmo as que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. No caso de crianças que sofrem de doenças graves, recomenda-se que os pais consultem profissionais nos postos e centros de saúde, para serem avaliadas se devem ou não tomar a vacina. Crianças com febre acima de 38º Celsius, ou com alguma infecção também devem ser avaliadas por um médico.
Não existe tratamento para a pólio e, somente a prevenção por meio da vacina, garante a imunidade à doença. O Brasil está livre da poliomielite há mais de 20 anos. O último caso no país foi registrado em 1989, na Paraíba. Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. E é apenas por meio da vacinação que se pode garantir que o vírus não volte a circular em território nacional.
Apesar de não haver registro de casos de pólio há 23 anos no Brasil, é importante manter campanhas de vacinação anuais porque o poliovírus, causador da enfermidade, pode ser reintroduzido no país. Isso porque, o vírus ainda circula no mundo. Entre 2007 e 2012, 35 países registraram casos de poliomielite, sendo que três ainda são considerados endêmicos: Afeganistão, Nigéria e Paquistão.
Fonte: Ascom/Ministério da Saúde
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou ontem (dia 13 de junho) a realização de mais uma campanha nacional de vacinação contra a poliomielite. A campanha inicia neste sábado (16), se estendendo até o dia 6 de julho, e será realizada em parceria com estados e municípios. Todas as crianças menores de 4 anos, 11 meses e 29 dias devem tomar as duas gotinhas, mesmo que já tenham sido vacinadas.
Durante a apresentação da campanha, o ministro Alexandre Padilha, reforçou a importância do Dia D . "Além de todos os impactos positivos e um grande poder de mobilização, a campanha da pólio contribui para a atualização do calendário de vacinação", assegurou Padilha, destacando que os pais têm um papel decisivo neste processo. O ministro lembrou que o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, é um dos maiores programas gratuitos do mundo. Segundo ele, o PNI vem contribuindo para diminuir a mortalidade na infância no Brasil.
Em todo o país, 115 mil postos estarão funcionarão, das 9 às 17 horas. Além das unidades permanentes, shopping centers, rodoviárias, escolas, entre outros locais, vão receber postos móveis. Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na campanha, com a utilização de 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou que a campanha deste primeiro semestre é com a vacina oral, as chamadas gotinhas. Ele destacou que, em agosto, será realizada, em todo o país, a campanha de multivacinação com a introdução da pentavalente e reforço das outras vacinas no calendário básico.
A partir de agosto deste ano, as crianças que estão começando o esquema vacinal, ou seja, nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil, irão tomar a primeira dose aos dois meses e a segunda aos quatro meses, com a vacina poliomielite inativada, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses), a quarta dose (aos 15 meses) e os reforços continuam com a vacina oral, ou seja, as duas gotinhas.
A vacina contra a pólio é segura. Ela se destina a todas as crianças menores de cinco anos, mesmo as que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. No caso de crianças que sofrem de doenças graves, recomenda-se que os pais consultem profissionais nos postos e centros de saúde, para serem avaliadas se devem ou não tomar a vacina. Crianças com febre acima de 38º Celsius, ou com alguma infecção também devem ser avaliadas por um médico.
Não existe tratamento para a pólio e, somente a prevenção por meio da vacina, garante a imunidade à doença. O Brasil está livre da poliomielite há mais de 20 anos. O último caso no país foi registrado em 1989, na Paraíba. Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. E é apenas por meio da vacinação que se pode garantir que o vírus não volte a circular em território nacional.
Apesar de não haver registro de casos de pólio há 23 anos no Brasil, é importante manter campanhas de vacinação anuais porque o poliovírus, causador da enfermidade, pode ser reintroduzido no país. Isso porque, o vírus ainda circula no mundo. Entre 2007 e 2012, 35 países registraram casos de poliomielite, sendo que três ainda são considerados endêmicos: Afeganistão, Nigéria e Paquistão.
Fonte: Ascom/Ministério da Saúde
segunda-feira, 11 de junho de 2012
FESTA JUNINA
realizará no dia 17 de junho de 2012,
a Festa Junina contamos com a participação
de todas as comunidades!!.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou ontem (dia 13 de junho) a realização de mais uma campanha nacional de vacinação contra a poliomielite. A campanha inicia neste sábado (16), se estendendo até o dia 6 de julho, e será realizada em parceria com estados e municípios. Todas as crianças menores de 4 anos, 11 meses e 29 dias devem tomar as duas gotinhas, mesmo que já tenham sido vacinadas.

